O que significa quando a mulher termina uma relação por “falta de amor”!

 

É muito comum hoje em dia as mulheres terminarem os relacionamentos. Havia um mito de que a culpa do fim do relacionamento era sempre dos homens, mas as estatísticas hoje em dia provam o contrário! E isso está acontecendo porque as mulheres são cada vez mais exigentes e complexadas e se acham melhores e mais merecedoras da felicidade do que os homens. Para entender o que é esse complexo leia esse texto:

http://questionandofeminino.blogspot.com/2010/06/como-o-feminismo-deixou-as-mulheres.html

 

Agora, você poderá entender em parte o que significa a mulher terminar um relacionamento! Antes de dar a minha resposta, você já deve ter uma idéia razoável do porquê delas terminarem os relacionamentos cada vez mais e não os homens!

Antes de responder é fundamental que você entenda que os motivos relatados pelas mulheres para o fim dos relacionamentos nunca são os verdadeiros. As mulheres nunca falam a verdade sobre os reais motivos que as levam a deixar o parceiro. A razão disso é simples, os motivos são muito egoístas e banais.

Acredito que agora, você já tem uma resposta razoável sobre isso! As mulheres terminam os relacionamentos porque não suportam estar ao lado de um homem que elas consideram inferior! Só que elas nunca irão falar isso, porque é absurdo para a mulher confessar que é egoísta.

Existe na literatura, nos filmes, na história a imagem da mulher como ser altruísta que ama muito mais do que é amada. Até o amor paradoxal, destrutivo é descrito como a prova de superioridade do amor feminino. Enquanto isso, o homem é tratado como um animal, que vive em função do sexo e que é incapaz de amar. Isso ainda condiciona o nosso olhar e somos incapazes muitas vezes de ver maldade e egoísmo numa mulher. As mulheres hoje em dia são muito exigentes e elas se frustram com extrema facilidade. Isso pode ser entendido de duas maneiras:

1. A mulher acredita que sempre poderá ter opções melhores.

2. A mulher não suporta que uma mulher “inferior” tenha uma vida afetiva melhor do que a dela.

Na sociedade feminista a mulher mede o seu valor pelo o seu poder e poder atualmente no meio feminino significa o quanto a mulher é atraente e quantas opções sexuais ela possui. Vocês podem analisar a vida de qualquer mulher que ganha bem e tem alta escolaridade e verão que ela mede o valor dela pela qualidade do homem que está com ela e nunca pelo o que ela é em si mesma. Se a mulher ganha bem e tem alta escolaridade e não tem um namorado, ou um marido bonito ou com muito poder, ela se sente extremamente frustrada. Para muitas mulheres ter um relacionamento é muito mais importante do que a qualidade do relacionamento, desde que elas tenham a esperança de que um homem mais interessante irá aparecer na vida delas.

Assim, na juventude, o mais comum são os namoros-passatempos, ou namoros-videogames. As mulheres não se importam em trocar de namorado com facilidade! Quantas mulheres vocês conhecem que namoram um atrás do outro? O número é bastante alto, se você analisar bem, justamente porque as mulheres se sentem confortáveis nessa situação e os homens são para elas apenas sinais de poder ou mera diversão, até elas encontrarem o homem ideal, ou o homem compatível com o poder delas e o complexo de superioridade delas.

Em todos esses casos, a menina termina, porque o namoro-videogame ou o casamento de conveniência dela já deu diversão demais e ela ficou saturada disso, agora ela procura outras diversões, ou um relacionamento mais compatível com a fantasia dela de valor. Logo de cara destruímos duas das desculpas mais comuns dadas pelas mulheres para o fim do relacionamento:

1. Ela terminou porque era traída.

2. Ela terminou porque não era amada!

No primeiro caso, a traição é o álibi perfeito.

Em muitos casos, a mulher sonha em ser traída pra ter o motivo perfeito para terminar. Muitas mulheres amam homens promíscuos e sabem que eles são promíscuos desde o início, mas preferem ficar com eles e viverem um teatro ao lado deles, porque aos olhos da sociedade elas estão demonstrando valor ao estarem com um homem rico, bonito, com fama ou status social. A maioria das mulheres não terminam com o homem porque ele é promíscuo. Mulheres que foram a vida toda incoerentes, agora dão um surto de coerência e se tornam honradas? Na verdade a mulher só termina porque está insatisfeita com o relacionamento, já que não vê mais nenhum lucro nele. Em outras palavras, a mulher enjoa do namorado e se cansa da inferioridade dele. Ela agora quer um relacionamento de um nível maior, não em termos de caráter, responsabilidade, ou compromisso, mas em termos de visibilidade social. Ela quer agora um homem que dê a ela uma visibilidade social maior e mais entretenimento e diversão do que antes. As mulheres são altamente incoerentes hoje em dia pra serem tão certinhas em relação a traição e a promiscuidade masculina! Ou seja, é uma mentira grande a mulher dizer que terminou porque foi traída, porque ela conhece desde o início o homem com quem ela está se relacionando e sabe que ele tem o perfil do homem que trai!

Não adianta a mulher dizer que foi enganada, que se iludiu, que acreditou, que confiou. Todas elas sabem que um homem mulherengo, safado e promícuo não será fiel a mulher alguma e se elas casam com eles com a promessa de que não serão traídas, então elas escolheram ficar com eles nessas condições e são tão imorais quanto eles.

Contudo, os homens safados que traem, os promíscuos, geralmente homens muito bonitos e ricos, são os tipos que as mulheres menos rejeitam e separam. É mais fácil a mulher querer matar a amante, fazer trabalho de macumba pra segurar o marido ou o namorado do que perder ou largar esse homem. Mesmo que ele traia, ele é um homem que dá a uma mulher com complexo de superioridade muita exibição na sociedade e satisfaz grande parte dos complexos dela.

A intolerância da mulher em relação à traição masculina é com o homem comum, mediano, sem muitas coisas a oferecer, que a mulher namorou ou se envolveu porque não aguentou a dificuldade de arranjar o homem ideal e se contentou com esse provisoriamente. Quando a mulher namora homens comuns, medianos, com ganhos financeiros limitados e sem um corpo de modelo, ela fica extremamente irritada com a frustrante vida de estar ao lado de um homem que oferece sempre menos do que ela acha que merece. Ela nunca está satisfeita com esse homem. Ela vive estressada, se sente usada e vítima o tempo inteiro, porque ela acha absurdo ter “tanto valor”, ser “tão atraente” e estar com um homem tão limitado! Então ela sonha com a desculpa perfeita pra terminar, porque no fundo ela quer terminar todos os dias. Ela sonha com o dia em que poderá dizer que a relação acabou, porque foi traída.

Assim, a mulher é totalmente intolerante à traição do homem inferior! Não defendo a traição! Isso tem que ficar claro. Mas as mulheres não são atualmente suficientemente coerentes pra ficarem bancando as moralistas quando são traídas. Qual foi a mulher que se entregou ao marido, namorado que foi o único homem da vida dela e foi traída?

Quando a mulher é traída por um homem comum, ela termina na hora. A incoerência feminina é que elas sofrem e amam homens com muito poder e beleza que traem e são totalmente intolerantes com homens comuns e medianos que traem.

Por isso, quando uma mulher, nos dias de hoje, termina uma relação porque foi traída, isso significa que ela já queria terminar há muito tempo e precisava do motivo perfeito para terminar. Portanto, se você for mediano, comum, limitado e trair sua esposa, você será abandonado na hora, no momento em que ela descobrir, porque o homem comum, simples, limitado vive no limite o tempo inteiro, em função de que mulheres complexadas são intolerantes aos erros de homens limitados, mas elas são extremamente tolerantes com os erros de homens muito bonitos e ricos.

A segundo desculpa feminina é uma mentira clichê

Vamos analisar agora o que é “não ser amada”. “Não ser amada” é para a mulher estar com um homem que vive abaixo das exigências dela. A mulher que se acha superior ao homem é intolerante aos erros do homem mais limitado e ela pressiona o homem limitado 24 horas por dia a viver conforme as regras dela.

O homem hoje em dia trabalha duas vezes: ele trabalha pra cumprir as metas do emprego formal dele e trabalha pra cumprir as metas da esposa ou namorada.

O homem comum, mediano, sem muito dinheiro vive sob um estresse intenso hoje em dia. Ele chega em casa e é obrigado a agradar a esposa. Se ele deixa de cumprir uma exigência, somente uma, isso já é suficiente pra gerar um descontentamento, uma frustração na mulher tão grande, que ela pode terminar o relacionamento a qualquer momento.

A lógica da mulher que namora ou casa com um homem limitado é a seguinte: “Se esforce várias vezes mais pra me compensar daquilo que você não tem: beleza e dinheiro.” A pressão que vive um homem limitado é extrema, porque qualquer acomodação é interpretada pela mulher como falta de amor. Ou seja, o homem pra satisfazer o complexo de superioridade de uma mulher, precisa realizar inúmeros favores numa intensidade cada vez maior pra que ela se sinta amada. Existem os homens que chegam ao ponto da anulação total e até mesmo da traição consentida e tudo pra agradar mulheres que não os amam, mas só ficam com eles na medida em que exigem deles favores absurdos, levando-os a um desgaste emocional sem precedentes.

A mulher que não se sente amada exige muito mais do homem do que ele tem a oferecer e por mais esforçado que o homem seja, nada do que ele faça será suficiente se a mulher se convenceu de que precisa de algo melhor e que ele é um homem inferior e incompatível com o valor dela. Ou seja, o homem, pode levar a mulher ao shopping, comprar joias, levá-la para um hotel no litoral e fazer tudo pra agradar a mulher, que mesmo assim, se ele for limitado, bastará uma única frustração, pra que a mulher não se sinta suficientemente amada. Migalhas de um homem rico, famoso, extremamente bonito são suficientes para satisfazer o complexo de superioridade de uma mulher comum, mas os esforços insanos de um homem limitado são sempre insuficientes! Em outras palavras, a mulher nunca se sentirá amada por um homem limitado, comum, mediano, por mais que o homem seja esforçado, justamente porque as coisas que ela exige de um homem estão além da realidade de um homem comum e simples. Isso ajuda a explicar muita coisa. Isso ajuda a entender os crimes passionais. Os homens que matam por amor são aqueles que nunca irão satisfazer o complexo de valor e superioridade das mulheres, por mais que eles se esforcem e como eles não entendem isso, eles surtam! Os homens não conseguem lidar ou aceitar a irracionalidade e a falta de lógica do amor feminino. Alguns não aguentam e surtam e reagem da pior forma. Eles estão iludidos, totalmente iludidos, infelizmente, simplesmente porque diante de certas mulheres, nada do que o homem faça é suficiente pra agradá-las.

Se os homens entendessem isso, eles parariam de sofrer!

Outros surtam na própria relação e ficam com ciúmes 24 horas por dia. Mas eles estão certos sem saber. Mulheres exigentes dão motivos de sobra para os homens ficarem com ciúmes, simplesmente porque elas nunca se sentirão suficientemente amadas pelos homens limitados que elas estão e esses viverão sob um estresse intenso, com medo de serem abandonados, talvez porque aquela mulher é o máximo que eles poderão ter na vida.

A maioria dos homens infelizmente nunca saberão o que é amor e as mulheres que estarão com eles nunca se sentirão amadas. Os valores feministas fizeram uma lavagem cerebral tão forte nas mulheres que se criou uma sistema de frustrações tanto no homem quanto na mulher. O homem será frustrado, porque ele depende do poder e da beleza pra ser amado, já a mulher será frustrada porque é escrava de um complexo que torna todo o esforço masculino insuficiente, o que faz com que ela nunca se sinta plenamente amada.

Então, quando a mulher termina com a desculpa de que não era amada, isso significa que ela estava com um homem que considerava inferior e que ele não conseguiu se adaptar às exigências delas, ou não cumpriu as metas estabelecidas por ela pra que ela se sentisse amada. Estar com uma mulher que te faz trabalhar duas vezes significa se anular pra agradar uma mulher que nunca se sentirá satisfeita com o teu esforço e viver sem amor. O homem que aceita viver sem amor, viverá uma vida de estresse total, unilateral ao lado de uma mulher! Sinceramente, vale a pena amar e se entregar a uma pessoa que nunca se sentirá feliz ao teu lado?

O egoísmo das mulheres de hoje e o complexo delas torna a vida a dois muito difícil e o que elas dão em troca do cumprimento das metas estabelecidas por elas é muito pouco, já que o estresse é insano!

É necessário refletir se “mais” é realmente “mais”! A mulher de bom caráter, que aceita a limitação do homem e não exige mil coisas dele pra se sentir amada é certamente uma mulher que dá mais alegria e paz num relacionamento do que a ultra gostosa que banaliza todo o esforço masculino, porque tudo o que ele faz nunca é suficiente pra satisfazer as fantasias dela de valor.

Antes de sofrer demais por uma mulher, pense realmente nisso tudo, lembre-se bem de que pode ser uma ilusão se adaptar pra agradá-la e que depois dessa primeira adaptação virão outras e outras e talvez ela nunca deixe de exigir coisas. Mulheres assim, sugam o homem até o limite do estresse e tornam a vida do homem tão desgastante que dicilmente esse tipo de relação é mais saudável do que outras com mulheres mais limitadas, embora humanas. Não se esqueça, por trás da queixa de falta de amor, há uma mulher extremamente insatisfeita e extremamente complexada, que acha que é melhor do que os outros e que merece ser mais feliz por mais que o homem atual que esteja com ela se esforce ao máximo pra fazê-la feliz!

Postado por Nibiru às 06:14

Marcadores: mentiras que elas contam, natureza feminina, relacionamentos

 

 


O Keysianismo Feminista

 

No Brasil está em curso o keynesianismo feminista.

Antes de tudo é necessário explicar o porquê disso! As mulheres, desde que entraram no mercado de trabalho, reclamam que sofrem preconceito e ganham menos. Só que isso atualmente não teria sentido. As mulheres ganham o mesmo que os homens, em alguns casos, ganham até mais.

Qual é o problema então? O problema é que as mulheres não querem enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho concorrido e usam o vitimismo pra justificar o não enfrentamento dessas dificuldades. Assim, elas evitam procurar emprego na área delas, evitam competir por vagas nos cargos privados.

As mulheres não querem competir com os homens, ou porque não possuem competência, ou porque não suportam a pressão. Ora, o mercado de trabalho não é carinhoso, um patrão de uma multinacional julga o trabalho por mérito e não por beleza. As mulheres que foram criadas na cultura feminista ficaram viciadas em facilidades. Pra manter essas facilidades elas seguem profissões que são dominadas por mulheres, na qual elas concorrem entre elas e não precisam se submeter a qualquer tipo de competição com os homens.

Elas preferem as ciências humanas, porque a pressão é menor, há menos competitividade e elas competem na maioria das vezes entre si e não com os homens.

As mulheres criadas na cultura feminista precisam traduzir as facilidades da vida sexual e afetiva pra todas as áreas da vida. Enquanto no amor, elas não precisam na juventude realizar muitos esforços, no mercado de trabalho essa realidade é bastante diferente. Por isso, que muitas meninas sonham com homens provedores, porque não suportam a idéia de ter que trabalhar e se submeter às exigências do mercado de trabalho.

As feministas querem uma sociedade na qual as exigências das mulheres sejam atendidas automaticamente sem muito esforço, da mesma forma que ocorre nas relações amorosas, com as mulheres paradas, incrementando o corpo e esperando o assédio para escolherem o homem ideal.

Acontece que no mercado de trabalho isso é impossível. Nenhuma empresa vai ligar pra mulher alguma pra oferecer emprego. Então, elas precisam se submeter à experiência de procurar emprego e aceitar os riscos que no amor não suportariam. A experiência da rejeição, que é tão comum aos homens, as mulheres não querem passar e não a surportam de modo algum. Essa negação da dor, do sofrimento e de exigências, feita pelas mulheres da nossa geração, demonstra que a educação feminista criou nas mulheres de hoje um profundo complexo de superioridade.

Outro aspecto dessa questão, é que as mulheres não suportam ter homens como patrões. Porque ter homem como patrão sugere tudo quanto é tipo de fantasia na cabeça das mulheres. Entre elas, a fantasia do assédio sexual é a mais comum. A mulher então, não procura o emprego, com medo de se submeter a um chefe safado que começará a chantageá-la em troca da preservação do seu emprego. Certamente, essa é uma visão muito exagerada do homem como assediador por excelência. As mulheres fantasiam cenas que estão mais pra filmes e romances policiais do que para a realidade. No entanto, a maioria das mulheres mantém essa postura de acreditar que os patrões homens só as contratarão por causa do peito ou da bunda delas. O interessante aqui é que a mulher acha insuportável estar numa situação na qual ela não controla. Porque na cultura feminista, a mulher controla o amor, determina as relações amorosas, manda no homem, decide se quer engravidar ou não. No amor, o homem é mero expectador do poder feminino. Como na cultura liberal, elas se acostumaram com essas facilidades no âmbito da afetividade, acham que o orgulho feminino precisa se manter num exercício de poder similar, só que no âmbito do trabalho.

Qualquer saída dessa zona de conforto, configura para a mulher uma humilhação inaceitável, que fere diretamente seu orgulho e seu complexo de superioridade. É por isso que elas acham absurdo a mulher trabalhar e ser mãe ao mesmo tempo. Porque ao trabalhar, a mulher já faz um esforço que seria incompatível com seu orgulho. Ou seja, a cultura feminista ultravaloriza o trabalho feminino, colocando-o como um esforço maior e superior ao do homem.

Não é a toa que as feministas reivindicam cada vez mais do Estado uma posição pró-feminista. E isto está acontecendo. Mas não está acontecendo pra fazer justiça como as feministas falam, mas sim pra criar uma sociedade de privilégios para as mulheres, não somente no amor, mas também no trabalho e em tantos aspectos quanto existirem.

Um último aspecto, seria o assédio moral, forte na dinâmica de competição das empresas. As mulheres tmabém negam a iniciativa privada porque a exigência de resultados é muito maior. E as mulheres criadas na cultura feminista, de uma ultravalorização do trabalho feminino, não suportam serem pressionadas de qualquer forma, nem exigidas, sendo mais afetadas no orgulho pelas críticas dos patrões. Elas fazem das críticas, das pressões do trabalho, uma leitura vitimista que distorce totalmente a realidade e criam uma imagem da mulher como ser mais oprimido do mercado de trabalho, o que atualmente é um grande mito!

O que elas não entendem é que a competição é inerente ao mercado de trabalho e isso não é uma variável controlável. É isso que permite que o mercado existe e essa pressão é democrática, ela é grande pra todo mundo, pra homens e para as mulheres. Muitas vezes os homens são ainda mais exigidos do que as mulheres, por terem a fama de serem mais práticos e de aguentarem mais tarefas e pressão. Pelas mulheres serem criadas com menos pressão e exigências, é notável que a pressão do mercado de trabalho seja intensificada por elas para níveis maiores do que os reais. Em outras palavras, as mulheres não querem competir em condições de igualdade com os homens, querem empregos mais leves, tratamento vip, querem ser menos exigidas e não suportam qualquer tipo de crítica no trabalho.

Muitas mulheres atualmente estão fazendo exatas porque querem ganhar bem. Provavelmente, muitas procuram engenharia, porque foram estimuladas pelos pais, que queriam que suas filhas fossem bem sucedidas como eles, ou até mesmo por pais que seguiram profissões da área de humanas e por sofrerem muitas dificuldades, decidiram guiar as filhas por caminhos mais rentáveis!

O conflito começa quando elas vão procurar estágio. Elas acham que vão sofrer preconceito por serem mulheres numa área dominada por homens. A questão não é o preconceito, é que competir com os homens na iniciativa privada é muito mais difícil e elas não querem dar o braço a torcer e enfrentar os homens nas mesmas condições. Muitas desistem da engenharia por causa de todas as questões já faladas anteriormente. As mulheres fantasiam o mundo na sociedade liberal de acordo com a maneira orgulhosa como se vêem e preferem muitas vezes seguir uma carreira mais fácil do que enfrentarem o mundo e as dificuldades inerentes a ele e sairem da zona de conforto.

As feministas compraram essa briga e muitas lutam por cotas nas empresas, principalmente em áreas nas quais a mulher está em desvantagem!

Agora imagine a situação: Se uma empresa tem 10 vagas pra engenheiro, 5 terão que ser ocupadas por mulheres, mesmo que haja 95% de candidatos homens! Atualmente não há nenhuma legislação que controle isso e determine isso. Mas esse é o futuro!

Qual é o caminho mais fácil? É o Estado ser o grande pai das meninas orgulhosas e feministas que não querem enfrentar a iniciativa privada! Por outro lado, a mentalidade feminista já está produzindo mudanças e transformações. Entre elas, podemos destacar o fato de que as mulheres passam mais em concursos do que os homens! E por que isso? As razões já foram explicadas. As feministas querem uma cultura de facilidades e a pressão nos cargos públicos é muito menor do que nos cargos privados. Praticamente há um mundo de regalias e facilidades nos cargos públicos que permitem às mulheres não colocarem o orgulho da criação feminista em risco.

Assim, muitas mulheres estão indo pra iniciativa pública, lotam os concursos e estudam como se fosse questão de vida ou morte, porque pra elas tudo é uma questão de manter o orgulho feminino intacto e um estilo de vida que concilie vantagens no amor e vantagens no trabalho.

Por que isso é keynesianismo feminista? Isso é keynesianismo porque a função do estado seria para Keynes suprir as carências de emprego da sociedade, porque mesmo que a economia esteja em equilíbrio, esse equilíbrio não se traduz necessariamente em pleno emprego. É feminista porque essa política, aliada à educação feminista, está criando uma cultura de facilidade para as mulheres e aumentando a pressão sobre os homens.

Além disso, o trabalho tem funções sociais diferentes pra homem e mulher. Enquanto o trabalho é um dos únicos meios do homem obter poder e status, ele é para a mulher muito mais um acessório para objetivos diversos que englobam outras coisas como o amor, a maternidade, os caprichos estéticos femininos. O trabalho é o meio fundamental do homem obter valor e reconhecimento da sociedade e o principal meio de poder do homem Além disso, sem trabalho o homem fica totalmente limitado na relação de gênero, sendo boa parte do amor que a mulher sente pelo homem, um condicionamento relativo à posição que o homem ocupa no mercado de trabalho e consequentemente na sociedade.. Já a mulher tem seu principal meio de poder, o próprio corpo, que sempre foi usado ao longo da história como meio de negociação com os homens e continua sendo o principal depois da revolução sexual dos anos 60.

Não é possível saber quais serão os resultados disso, mas a vida do homem será muito mais estressante do que já é e as mulheres serão mais exigentes, arrogantes e orgulhosas do que já são, usando poderes extras para manterem os homens sob um número imenso de exigências e pressões.

Inevitavelmente, os efeitos do mundo do trabalho acabam repercutindo no amor. Assim, mulheres que já eram sexistas por causa do uso abusivo do poder de atração do próprio corpo, poderão usar esse poder extra pra exigir ainda mais e sufocar ainda mais os homens com exigências.

Isso poderá trazer resultados desastrosos num país como o Brasil na qual as relações afetivas são o reflexo da desigualdade social.

Se isso continuar acontecendo, é provável que no futuro os homens sustentem as mulheres com o dinheiro dos impostos. Ou seja, seria uma versão feminista do homem provedor. A diferença é que o homem vai trabalhar pra sustentar o emprego da mulher e não mais a mulher em casa!

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Keynes

Postado por Nibiru às 00:42

 

 

 


Quem são as MADAS?

 

 

Quem são as Madas? Mada é um acrônimo para o grupo das mulheres que amam demais.

Uma das principais características das madas é a intolerância à frustrações e a necessidade de controle.Antes não existia essa necessidade de controle, visto que as mulheres não lutavam contra o tempo e a competição feminina não era um valor social! Se não havia tanta liberdade, havia o aprendizado do amor fora de um esfera de competição e vaidade.

A principal queixa da mulher antiga, era que ela não gozava, que ela não tinha prazer no ato sexual e que por isso, o casamento era um prisão. Hoje, as mulheres são livres e continuam sofrendo. Uma das razões disso, é que elas traduziram o amor e a liberdade como demonstração de poder.

A mulher antigamente poderia culpar os homens por todo o fracasso existencial dela. Poderiam dizer que não escolheram os parceiros que queriam ou amavam. Poderiam dizer que se trabalhassem e tivessem o próprio dinheiro seriam mais felizes. Mas uma coisa elas não sabiam. Elas eram muito mais aceitas.

Elas eram flácidas, tinham os peitos caídos, a pele castigada pelo sol, mas os homens ainda as amavam. Com toda miséria do corpo, elas eram amadas.

A menina de hoje tem sutiã, absorvente, sabonete íntimo, cremes pra espinha, tinturas de cabelo, academias de ginásticas e faz tratamento ortodôntico. Se ela tem peito pequeno bota silicone. Enfim. Existem milhões de recursos para a mulher da nossa geração. Geração dos anos 80, 90. Essas terão tudo o que as mulheres antes delas não tiveram. Mas espantosamente serão infelizes. Por que?

O padrão de vida das mulheres aumentou muito e também com ele as exigências femininas. As mulheres de hoje são exigentes demais! Elas não querem somente o amor, querem também o prazer e depois do prazer, o reconhecimento social e depois disso, querem viagens e compras. Elas querem coisas demais e muitas nem se perguntam se merecem tais coisas.

As madas estão no grupo das mulheres exigentes. Elas são as mulheres da nossa geração, acostumadas com facilidades, com vaidades e são extremamente intolerantes a frustração.

Elas querem beijar sempre, querem ser amadas o tempo todo, querem um namorado ou um marido melhor do que o das amigas e mesmo assim, são infelizes. E são infelizes porque elas não conseguem esconder que vivem em função dos homens, porque precisam dos homens para uma demonstração de poder.

A mada ama demais no momento em que precisa desse amor pra se afirmar na sociedade. A mada é a mulher que precisa do marido ou do namorado para demonstrar valor e sucesso na vida. Os valores feministas criaram uma cultura paradoxal. As mulheres buscam poder, mas o símbolo do poder, para a mulher heterossexual é o homem. Ter poder para a mulher de hoje significa dominar os homens.

Então a MADA sofre por um homem, porque no fundo ela agoniza a frustração de não ter poder. Poder é sempre relativo para mulher. A mulher rica, mas encalhada e sozinha é vista pela mulher de hoje como fracassada. É por isso que amar demais não tem relação com amor, ou com o homem, mas com prestígio, valor e vaidade.

O feminismo criou indiretamente, essa aberração que é a MADA. Mas o pior de tudo é que as MADAs sofrem da crise da responsabilidade. As mulheres que mais reclamam dos homens são as mulheres de hoje. Elas são incapazes de assumir os riscos de cada escolha que fazem. As madas culpam todos pelo fracasso amoroso delas, menos elas mesmas. Elas simplesmente exigem dos homens, as garantias da felicidade delas.

A MADA é um ser teatral. A mada não entende que ela não pode obrigar o mundo, ou o homem que ela “ama” a se adaptar aos caprichos dela. E por não entender isso, ela é incapaz de assumir a responsabilidade pelos erros que comete. A MADA é uma mulher que não aceita que erra e que por isso, não muda.

A maioria das MADAs de hoje são mulheres que amaram homens porque eles socialmente davam a elas reconhecimento e projeção e elas queriam esses benefícios sociais sem levar em conta o preço a ser pago por isso. Uma mulher tão exigente quanto a mulher de hoje não consegue escapar da armadilha de uma sociedade competitiva e com valores de mercado. Ela acha que pode jogar o jogo da sociedade atual e sair ilesa. Por isso, elas erram demais e não são capazes de entender o porquê de terem errado.

A mulher que namora um cara simplesmente porque esse relacionamento dá a ela prestígio social, ignora o preço dessa escolha. Ela só vai descobrir isso quando tudo dá errado. O feminismo está criando uma sociedade de MADAs, de mulheres totalmente iludidas acerca da realidade e que vão inevitavelmente errar.

Graças ao feminismo, as meninas de hoje possuem uma idéia ilusória de poder e controle e acham que podem controlar a realidade.

A MADA é um sintoma do fracasso desse controle. As mulheres de hoje fracassam nesse ideal de felicidade egoísta. O altruísmo da MADA é um disfarce para o egoísmo anterior visível e exagerado. No momento em que ela perde o controle e o poder, isso fica visível, o desespero vem a tona. Então ela quer provar que é vítima, por amar demais e coloca o homem no papel do vilão.

A mulher precisa entender, que ela não tem e nunca terá o controle absoluto da realidade e se curar dessa vaidade e dessa exigência excessiva, que a ilude e a faz errar repetidamente.

A MADA de hoje foi a mulher linda e atraente de anos atrás. A MADA era uma mulher tão atraente que achava que tinha o controle total da realidade. Ela achava que poderia casar com qualquer homem, que era intocável, que tinha opções infinitas de relacionamento. Ela vivia como se tivesse um poder ilimitado e como se pudesse gastá-lo humilhando homens limitados que se aproximam, sem se preocupar com nada.

Por isso a liberdade feminina é uma grande armadilha, principalmente para mulheres exigentes e que possuem, graças aos novos valores, uma visão bastante distorcida desi e da realidade. No fundo, elas vivem como se tivessem mais poder do que realmente possuem.

Algumas MADAs foram mulheres promíscuas. Esse é o ponto mais delicado. Graças ao feminismo, muitas mulheres entram na promiscuidade achando que isso não terá consequências negativas. Elas acham que o homem que a rejeitar é machista. Este é apenas mais um erro e um grande erro das mulheres de hoje. A mulher não mudará a sociedade, nem os valores do homem de uma hora pra outra. As MADAs apostam na aceitação incondicional do homem amado, graças à ilusão de pensarem que são mais atraentes do realmente são.

Muitas MADAs são mulheres arrependidas do passado promíscuo e se recusam a acreditar que esse passado foi uma escolha arriscada e precipitada. Então enlouquecem quando finalmente encontram o “homem da vida delas” e este não aceita o que elas fizeram. Aqui, a culpa será sempre do homem.

Vou repetir. Aqui, a culpa será sempre do homem! Sabe por que? Porque uma mulher que foi exigente, vaidosa no passado, jamais reconhecerá que errou. Então a culpa será sempre do homem. Elas jamais reconhecerão a promiscuidade como um risco e então enlouquecerão e passarão a ter raiva dos homens ao invés delas mesmas. Elas passarão a chamar o amado de machista, a sociedade de machista e criticarão tudo, porque a realidade não se adaptará àquilo que ela queria.

A mada usou o egoísmo dela pra tirar proveito da realidade e quando se frustrou acusou a sociedade de machista por ter frustrado um ideal de controle e de poder que sempre foi falso.

A mulher que ama demais é uma mulher que não suporta a perda do poder, do controle, porque é extremamente exigente. Ela é tão exigente que prefere culpar o mundo inteiro do que a si mesma.

Postado por Nibiru às 22:10

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